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Empurrado, ao sabor dos seus ventos

Atiro-me ao mar

Eterno navegador, viajante solitário

Acompanha-me apenas um insistente desejar

Eis um tempo que não sei quando

Um lugar que não tem fim

Meu espírito, ente partido, que me chama

Enquanto o procuro, em vão

Por mim, aquele pedaço segue a clamar

Na esquina de minhas saudades

Para que nunca esqueça de voltar

Aluísio Azevedo Júnior
Enviado por Aluísio Azevedo Júnior em 10/03/2013


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