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Quando o espírito clama, há sempre um universo de folhas brancas, vazias, a nos recepcionar. Lá, depositamos o que nos consome. Sentimos o alívio de nos desengasgar. Assim, motivados, reviramos nossos arquivos, encontramos mais e mais rascunhos, como se fossem punhados de cacos, pedaços de seres que não existem. Percebemos, “desadormecidos”, que o cheiro de café fresco prenuncia o amanhecer do nosso espírito. Com renovado alento, tentamos reinventar os conceitos que não servem mais.

Nesse universo, empunhamos uma lanterna. Explorando trilhas que começaram lá atrás, que nos fazem partir de um passado, herança tão distante, enfim, seguimos. Escrevendo, sentindo, expressando, fazemos de conta que podemos ajudar alguém. Todavia, encenando o papel de lanterneiros, apenas tentamos ressuscitar as nossas próprias esperanças. 


Aluísio Azevedo Júnior
Enviado por Aluísio Azevedo Júnior em 19/05/2013


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