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Acreditei na sorte, acreditei no amor. Amei tudo, sem medo, a cada dia. Amei o céu, amei o mar, e tanto ...
Temperei-me (a própria carne) com desejos juvenis. Fui imortal, invencível. E não me arrependi. Mas, de tão sedento, nem percebi o meu tempo.  Quando me sopraram seus ventos, eu já não era fruto, nem flor, somente poeira (e poesia). Inconteste, a vida me conduzia, de volta, a todo momento. 

Aluísio Azevedo Júnior
Enviado por Aluísio Azevedo Júnior em 02/06/2013
Alterado em 24/06/2013


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