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Aluísio Azevedo Júnior1
unilivreira@outlook.com

Nadja Maria de Lima Costa2
nadja.costa@ifrn.edu.br


Resumo

A importância da identidade cultural por meio da Arte, do protagonismo do livro e da literatura, enquanto estímulo à superação de fronteiras sociocognitivas, ao desenvolvimento crítico e autônomo de jovens leitores, consideradas as ambiências de discussão e divulgação, criadas pela Feira Internacional do Livro de Havana. Destaque às potencialidades do evento, na integração de povos e ideais democráticos.

Palavras-chave: Integração; Cultura; Comunicação; Livro; Literatura; e Poesia.


Comitiva Brasileira na Fortaleza de San Carlos de La Cabaña, fevereiro de 2017.


INTRODUÇÃO

Certamente, um grupo de brasileiros não conseguirá esquecer a experiência vivida na XXVI Feira Internacional do Livro de Havana. Em apenas dez dias, realizou mais de vinte eventos culturais. Lançamentos de livros. Interações com pessoas, estudantes, jovens, leitores, escritores. Palestras, debates, saraus.

Professores, escritores, artistas, poetas. Oriundos da região nordeste brasileira. Potiguares, como são chamados os que vivem no estado federativo do Rio Grande do Norte. Em cada membro da comitiva, um conjunto de expectativas relativas a tão emblemático lugar do mundo.

Havana, Cuba, e a sua revolução representam símbolos que permeiam o imaginário ideológico de muitos. Pessoas que sonham com a justiça social, com a distribuição de renda, com o bem comum. Nesse lugar, as concepções utópicas servem de vestimenta para as realidades. Tão intrinsicamente ligadas que se fundem em ideais identitários. A dureza da subsistência acaba amainada pelo romantismo. Enxerga-se o que os olhos escolhem na paisagem. Seletivos, encantados, de espírito aberto. Apaixonados.

Nessa Havana cosmopolita, persiste uma alma própria e pulsante. Contudo, não se pode afirmar sua imunidade às armadilhas, comuns às atordoadas metrópoles mundiais. Capazes de transformar cidades em meras aglomerações. Enquanto o estigma da globalização encolhe o mapa do mundo, os cidadãos se aculturam, tragados pela ideia de multidão. E, devidamente conectados através de redes virtuais, cultivam obsessões coletivas. Mais do que um risco. Mais do que uma conquista. Simples constatação de que as vontades, conceitos, expectativas tendem a se ajustar, em direção a algum padrão disponível e dominante.

Encontramos a cidade completamente envolvida com a sua feira literária. Sensibilidade e racionalidade. Os ares da Fortaleza de San Carlos de La Cabaña - sede principal do evento - estavam carregados de inspiração. Havia um sentido em tudo. O simbolismo do livro a nos lembrar do seu poder transformador e libertador. Sim, a Literatura, a Arte e a Poesia já poderiam desempenhar a sua missão. Representar expedição desbravadora. Embarcar habaneros e seus convidados em páginas condutoras, numa viagem crítica e criativa, observatória, solidária do mundo e da intimidade do ser.

Assim, Livro e Literatura, veículo e conteúdo, nos envolveram de uma maneira diferente, nesse evento. Talvez, por se constituírem em instrumentos persuasivos, capazes de suscitar participação ativa, intelectual, contemplativa. Por se negarem ao desfazimento, na fluidez do mundo. E, paradoxalmente, por exercerem protagonismo nas discussões críticas, conclamando a integração mediática. Enfim, por afirmar autonomia aos cidadãos.

Enxergamos Havana e sua feira literária, inseridas numa ambiência particular e universal. Um todo integrado. Pessoas, informações, conhecimentos. Revolução de fronteiras delimitadoras. Assim, problematizamos a realidade envolvente e contextualizadora. Em especial, os processos de comunicação e suas mídias. Perguntamos sobre a massificação da ideia de cultura. Sobre a homogeneização das percepções, sobre o nivelamento dos gostos, sobre a construção de modismos. Evidências nos sugerem que tais mídias concorrentes manipulam, oprimem e dominam. Talvez o façam, enquanto oferecem a possibilidade mais ampla, enquanto abrem seus caminhos inegavelmente vastos.

LIVRO, LITERATURA E CRITICIDADE

Estande brasileiro na XXVI Feira do Livro de Havana, em fevereiro de 2017.

Devemos exaltar o livro. Mais do que simplório meio físico de registro. Caixa mágica precursora da moderna comunicação. Mas, precisamos considerar, em primeiro plano, o próprio fazer literário, como centelha estimuladora, a provocar mentes, a instigar e libertar o pensamento humano. A Literatura é a arte da palavra. Sua produção escrita, encapsulada; sua apreciação lida, decodificada. Ao compreender as mensagens literárias, o indivíduo se predispõe à autonomia social, através do conhecimento, refletindo sobre seu pensamento a respeito do mundo e de si mesmo.

Nesse contexto, a Literatura deve ser compreendida como ferramenta necessária, indispensável. Sua expressividade artística demonstra desejos e pensamentos. Uma arte que pressupõe discussão comum, recriação individualizada, ratificando a condição autônoma das pessoas, em meio ao processo específico de interação entre a escrita e a leitura.

Paulo Freire, em defesa incondicional da formação crítica e autônoma dos sujeitos, em especial, dos excluídos do mundo, ressalta o necessário fortalecimento identitário dos sujeitos. Destaca, ainda, a perspectiva processual e de incompletude do ser humano. Neste sentido, afirma: “Ninguém é sujeito da autonomia de ninguém. A gente vai amadurecendo todo dia, ou não. A autonomia, enquanto amadurecimento todo dia, ou não. A autonomia, enquanto amadurecimento do ser para si, é processo, é vir a ser.” (FREIRE, 1996, p. 41).

Em uma aproximação político-filosófica do pensamento de Paulo Freire e Jurgen Habermas, ideias e convergências se fazem realçar, centradas na formação e expansão da Democracia e da Cidadania Democrática. Tais pensadores contemporâneos são comprometidos com a apreensão dos elementos subjetivos e comunicacionais das relações de poder. Sem descurar do potencial transformador desses elementos. Será inevitável, neste campo reflexivo, que nos deparemos com um evidente referencial político e revolucionário, essencial ao fortalecimento das identidades culturais.

As vivências partilhadas nos segmentos da arte, da literatura e da poesia, durante a XXVI Feira do Livro de Havana, voltadas para o público jovem, traduziram a preocupação em unir povos, socializar culturas e fortalecer identidades. Tal empreendimento cultural revelou o intuito de, por meio da palavra e de diversas expressões artísticas, conformar uma consciência crítica. A partir da qual, afirmou um ponto comum de discussão, ressaltou princípios democráticos, em busca de um novo caminhar para as relações entre os povos e as nações. Esperança de convivência respeitosa com o diferente. Esperança aderente ao pensamento Freireano e Habermaniano acerca do potencial educativo e comunicacional das subjetividades e intersubjetividades humanas. Esperança na construção de um mundo mais solidário e democrático.

No ambiente feiral, especialmente discursivo e reflexivo, o livro foi celebrado como a grande figura. Por certo, algo muito além de simples repositório. Uma ferramenta poderosa de comunicação, a conectar pessoas e mentes. De um lado, aquisição de informações, construção de raciocínio. Codificação, empacotamento das mensagens. Transmissão. Conexão ofertada. Do outro lado, acesso, recepção, difusão e socialização. Abertura dos envelopes condutores. Quebra dos seus códigos, ajuntamento de pedaços resgatados. Refazimento dos arranjos racionais, emocionais, incorporação e (re)construção do conhecimento.

Apesar da concorrência tecnológica, o livro não deixa de ser equipamento mediático. O Livro parece inverter a lógica da massificação. É mera obra da solidão criadora. Mas, sem dúvida, representou uma das primeiras revoluções na comunicação. "A substituição, junto ao homem, da palavra falada pela escrita, do ouvido pela vista, através da tecnologia do livro, se constituiu na exploração mais radical capaz de abalar estruturas sociais" (MCLUHAN, 1969, p. 49).

A realidade social, o comportamento e os momentos históricos, como aqueles que percebemos na Cuba pós-revolucionária, servem de inspiração para a expressão artística. E devem contribuir no processo de interpretação da obra literária. Segundo Antônio Cândido:

Hoje sabemos que a integridade da obra não permite adotar nenhuma visão dissociada; e que só podemos entendê-la, fundindo texto e contexto numa interpretação dialeticamente íntegra. O velho ponto de vista, que explicava pelos fatores externos, e a outra convicção, de que a estrutura é virtualmente independente, devem ser combinados, como momentos necessários do processo interpretativo (2006, p.13).


A estética do texto literário provoca encantamento, tornando-nos sensíveis ao mundo, e às suas realidades. Somos entes racionais. Essencialmente, sedentos por conhecimento, e explicações. Por certo, nossa racionalidade é coisa complexa. Que vai além dos arranjos neurais, da física e química material, do mero funcionamento biológico. Tudo que desejamos compreender implica perpassar por uma condição crítica de incompletude. A partir da consideração de fatores, tanto externos, quanto intrínsecos ao indivíduo, a Literatura consegue desempenhar papel imprescindível na obtenção da criticidade, do autoconhecimento.

Podemos, enfim, compor um conjunto harmonioso. A Literatura conteúdo. O Livro condutor. A Feira ambiência. Eis o cenário, o objeto personagem, e a substância. Ênfase à subjetividade humana, ao enriquecimento intelectual e cultural, à afirmação de autonomias. Elementos capazes de abrir possibilidades transformadoras e libertadoras.

QUANDO A POESIA CRIA POESIA

Participação popular na XXVI Feira do Livro de Havana, Fortaleza de San Carlos de La Cabaña.

No Forte Cabañas, sentimos o pulsar da juventude. Era visível a participação dos herdeiros de José Marti. Jovens conduzidos por seus anseios. Não podemos afirmar que todos os ideais históricos neles sobrevivem. Pois, a história se entrincheira no passado, para servir à memória, para suscitar inspiração. Revoluções não se adotam, simplesmente. Precisam de novas realizações, de renovação. Nada contenta mais do que o novo-fazer participativo.

Naquela maratona literária, enquanto observadores e partícipes, também nos fizemos meninos corredores. Inspirados na aura de sonhos acalentados. Na esperança de Nicolás Cristóbal Guillén, por um mundo igualitário. Se as conduções culturais e ideológicas transpareceram algumas limitações ao livre pensamento, por outro lado, cumpriram a missão de instigar a autoestima, o amor pelas causas sociais, a valorização dos sonhos. Porque sonhar é um verbo poético, associado ao desejo, a buscar um porvir almejado.

A poesia, por sua vez, representa a nossa capacidade de humanização. Dá voz à alma inquieta, diante da barbárie, da violência, das atrocidades humanas. E não deixa de nos lembrar sobre as expectativas do futuro. O poeta potiguar José Bezerra Gomes, que teve o seu trabalho incluído na coletânea “Literatura Brasilis”, especialmente produzida para apresentação da Feira de Havana, conseguiu expressar este sentimento, em relação ao futuro. Uma linha-trajetória que se estira no chão, enquanto os jovens pensamentos se metamorfoseiam, em busca da própria esperança.

MARATONA

Um menino
corredor
corria
correndo
para a sombra
para a sombra
de um pássaro
(José Bezerra Gomes in Azevedo, 2017, p. 48)

Os jovens de Havana nos remetiam à poesia bezerriana. Certamente, carregavam os seus próprios sonhos e destinos. Seres poéticos feitos de carne e palavras. Seres incompletos, leitores meninos. Ausentes de limites e porteiras, como se arquitetassem seus primeiros movimentos coletivos. Sons de boiadas, sem currais. No seu mundo, cabem sonhos, memórias e profecias. Futuro e fantasias. Em cada minuto, cabem a vida e a morte, o ser, o devir. E o poderia.
A linguagem usada pelo artista literário, especialmente na escrita poética, cria certo efeito estético, sem desconectar-se ao mundo social. Contudo, há complexidades conotativas no discurso. Isso, por vezes, representa obstáculo ao entendimento. Mas, também, consegue instigar ao desafio das possibilidades de transformações. Especialmente, em se tratando de jovens leitores. É certo que diversos fatores consubstanciam veios lógicos e sentimentais de conexão. Tal encaixe sensível, de cariz político e transformador é fundamental ao processo de leitura e aproveitamento da mensagem poética. O poema cultivado é palavra em profunda hibernação. Pouco consegue prever das floradas e colheitas. Embrião-semente, carregado de perspectivas, cheiros, cores, sons, melodias.

Sim, a Poesia é plantio deserto, ao mesmo tempo fértil. Semeadura de belezas, ideários e sentimentos. É um campo de ideias ao cultivo. Incompleto e provocativo. Silencioso e barulhento. Como uma primavera escondida nas geleiras. Suas flores se abrirão, por encanto. Quem sabe, recolhidas por apanhadores estranhos. Leitores, por vezes, solitários; por vezes, gregários. Nelas, vai se consumar a magia. Perfume de reflexões, críticas. Entusiasmo, desolação. Transformações inusitadas. Identificações, diante do espelho. Narciso encontrando Narciso. Recriações.

O ponto de vista cria o objeto, o sagrado cria o profano,
o abstrato cria o concreto, o exato cria o engano.
O porto cria a partida, o parto cria a morte,
a cria cria a vida, o acaso cria a sorte.
O presente cria o escuro, o futuro cria a utopia,
a saudade cria o passado, a poesia cria a poesia.

(João Andrade in Azevedo Júnior, 2017, p. 43)


CATARSE LITERÁRIA

Apresentação poética e musical dos brasileiros no Patio de los Laureles, Forte Cabañas, fev./2017.

Decerto, precisamos indagar sobre a influência de um acontecimento tão grandioso no desenvolvimento crítico de participantes e visitantes leitores. Questão que nos provoca inevitáveis reflexões. Pensamos na simbólica Havana, ambiência de características muito especiais. Projetamos, mentalmente, a transformação iminente e forçosa dos modos de vida, em Cuba. Consideramos as tecnologias de comunicação que transformam o mundo, tornando-o cada vez mais mutável. Quando o sociólogo Zygmunt Bauman afirma que “vivemos tempos líquidos, e que nada é para durar” (BAUMAN, 2016), imaginamos os cubanos inseridos na grande teia, susceptíveis às facilidades e aos riscos do consumo, da massificação dos gostos, dos “modernismos globais” (sic). A aldeia desse mundo é líquida, conectada, sem distâncias, sem barreiras.
Especialmente, os jovens cubanos se apresentaram no ambiente feiral. Conformaram clima um tanto festivo, ao primeiro olhar. Mas, devemos considerar inusitado esse acontecimento. Não havia programação de apresentações espetaculosas. O livro assumia papel de personagem central. Tratado e apresentado, com honras, e cuidados. Especialmente, acessível.

A Feira buscou escavar seus próprios veios. O fato de se constituir num evento popular já conseguiria impressionar qualquer visitante desavisado. Em países, inclusive razoavelmente dotados de indústria editorial, como o Brasil, não se consegue alcançar resultados de participação tão efetivos. Que se faça este registro.

Bem, os leitores são os grandes visitantes da Feira. Seres que adentram ao universo literário. Entes sensíveis, emocionais. Racionais e criativos. Temperam suas convicções lógicas, inevitavelmente, com sentimentos. Estes sentimentos são molas capazes de catapultá-los a distâncias impossíveis. Talvez traduzam o significado da inspiração. Por outro lado, a Literatura apresenta uma semiologia própria, para tratar da comunicação das emoções, até mesmo da ordem do indizível, para impulsionar o indivíduo, em seu movimento pelo autoconhecimento, bem como, incitar potencialidades coletivas.

A despeito dos ideais e da ideologia que teve a intenção de propagar, a Feira conseguiu provocar as pessoas, despertá-las para problemáticas importantes em contextos de vários países e diferentes continentes. Nela, sobreviveu um furor pós-revolucionário, ainda intenso, mas talvez amadurecido pelo tempo. Esquecido das fronteiras e diferenças. Pacificador de esperanças. Solidário. Assim, explorou o campo literário, ao tempo em que se abriu às transversalidades culturais. Uniu teatro, música, cinema, e outras artes.

Talvez tenha induzido os temas, propagando menos a pluralidade do pensamento, ao focalizar personalidades intelectuais revolucionárias, como Armando Hart; históricas, como o líder-maior Fidel Castro; além do poeta-símbolo José Martí. Não devemos nos esquivar da crítica. Especialmente, no tocante ao debate político do contraditório. Mas, também, precisamos contextualizar e compreender tal ênfase aos sistemas, valores, heróis nacionais. Proteção àquilo que representa a identidade cubana. Zelo ao patrimônio construído por suas lutas passadas.

Se aceitarmos que a mensagem literária coloca um indivíduo ante outro indivíduo, mesmo que em tempos distintos, conseguiremos descartar as presunções de sua ditadura cultural. Portanto, diante das necessidades individualizadas de entendimento e decodificação, não conseguiremos afirmar a correlação da Literatura com as estruturas manipuladoras de poder. Eis uma conclusão que transforma a ferramenta livro em esteio libertador.

Por fim, atestamos que a Feira do Livro de Havana nos deixa heranças significativas. Quando nos referimos ao que podemos apreender das suas experiências, percebemos quão ampla e vasta é a sua importância, como exemplo para países de todas as Américas, especialmente para o Brasil, como possibilidade de socialização, de integração dos povos, de fortalecimento identitário, em busca de um mundo mais solidário. Nela, o veículo livro se arvorou ao protagonismo, como símbolo de significação um pouco além das mensagens conduzidas. Destaque-se a condição de entretenimento prazeroso e a facilidade de acesso, como marcas do evento. A Feira foi concebida, a partir da imperativa necessidade de participação popular. Ainda mais, não prescindiu do diálogo entre escritores e leitores. Constituiu-se em conjunto de atividades culturais, expressas em várias linguagens, unidas de forma transversal. Discussões acadêmicas, políticas e profissionais. Catarse compartilhada por diversos países e povos. Eis o grande legado.



Referências:

CÂNDIDO, Antônio. Literatura e Sociedade. 9ª Ed. rev. Ouro sobre Azul, Rio de Janeiro, 2006.
H. MARSHALL MAC LUHAN. Os meios de comunicação como extensão do homem. Editora Cultrix, 1969.
MCLUHAN, H. Marshall. Os meios de comunicação como extensão do homem. Editora Cultrix, 1969.
AZEVEDO JÚNIOR, Aluísio. (Org.). Literatura Brasilis. Editora CJA, Natal, Brasil, 2017.
FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia - Saberes Necessários à Prática Educativa, Editora Paz e Terra, 2016.
BAUMAN, Zygmunt. Vivemos em tempos líquidos. Nada é para durar. Revista Pazes - Psicologia e Comportamento, disponível em: www.revistapazes.com. Acesso em 26/03/2016.




1 Esp. em Finanças/Universidade Federal do Rio de Janeiro/UFRJ; consultor empresarial; ficcionista, ativista cultural e artista plástico.
2 Ma. em Mídia e Conhecimento/Universidade Federal de Santa Catarina/Brasil e Professora de Didática do Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte/Brasil.
Aluísio Azevedo Júnior e Nadja Maria de Lima Costa
Enviado por Aluísio Azevedo Júnior em 19/10/2017


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